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Mc Roni - Don Juan (To Solteiro) (Mario Rios Sax Remix)

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JEBSON

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Cruzeiro do Sul, ACRE, Brazil
Jebson da silva Morando em Cruzeiro do Sul Acre Técnico de som e iluminação Trabalhamos com sonorização profissional e ambiente. Show e muito, mas.
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Dicas de Sonorização e Iluminação

Tenho ao longo do meu tempo de atividade em sonorização ouvido o termo “equalização” utilizado de maneira que, fora do contexto da sonorização, parece ser lógico a um leigo no assunto, porém que não representa em nada o sentido em que nós o empregamos nesse campo. Assim, antes de abordar os controles e seus filtros de equalização vamos confirmar rapidamente o sentido da palavra para que algum principiante nesta área não fique perplexo mediante o seu uso.

Quando usamos o termo equalização não se trata de acertarmos a intensidade de sinais em canais diferentes de modo a deixar todos os vocais de apoio ou todos os instrumentos na mesma intensidade. O termo equalização diz respeito ao ajuste dos graves, médios e agudos no contexto da mesa de som, através da atuação nos seus controles, e, no contexto de um sistema de som, pelo ajuste de equipamentos como equalizadores gráficos ou paramétricos que acertam a resposta das caixas e eventualmente reduzem freqüências que estejam sobrando na conjuntura captação, projeção e acústica do ambiente.

Visto isto, vamos nos concentrar nos controles de equalização encontrados nos canais da mesa de som e em algumas mesas nos sub-grupos e masters. Ao contrário dos controles de mandadas auxiliares e fones de ouvido, por exemplo, que ficam no zero, de equalização devem ficar na posição de 50% de seu curso (equivalente ao “meio-dia” num relógio analógico) quando em sua posição neutra, ou seja, quando não estão atuando. Ao deslocá-los para a direita, desta posição estaremos reforçando a freqüência que estes controlam e quando para a esquerda estaremos cortando a intensidade desta freqüência.

Entre os controles de equalização das mesas de som existem filtros de equalização tipo peaking, shelving, semi-paramétricos e paramétricos.

Os filtros peaking tem sua atuação principal sobre uma freqüência, porém acabam atuando também sobre freqüências vizinhas.

Os filtros shelving atuam em todas as freqüências acima (no caso dos agudos) ou abaixo (graves) de determinada freqüência.

Os filtros semi-paramétricos possuem um segundo controle que atua em conjunção com o de reforço ou corte de intensidade do sinal. Neste controle o operador escolhe a freqüência principal sobre o qual o filtro atuará, de modo semelhante à de um filtro de peaking.

Já os filtros paramétricos, além destes dois controles do semi-paramétrico, acrescem um terceiro controle no qual se pode especificar a largura do filtro (denominado “Q”), ou seja, quantas freqüências vizinhas serão arrastadas para cima ou para baixo juntamente com a freqüência selecionada pelo segundo botão. Assim podem-se abranger muitas freqüências uma oitava inteira ou mais ou fazer ajustes “cirúrgicos” que alteram um mínimo de freqüências além da central.

Compreendido o que fazem, qual a função destes controles de equalização dentro do mix de um PA ou gravação? Voltemos a uma análise do termo equalização que comentei no início falando do que não se tratava. No contexto de uma mesa de som, estes controles tem a função de dar ao operador condições de ajustar o som de uma voz ou instrumento de modo que ele pareça o mais natural possível corrigindo deficiências ou características de timbre que impedem que seja bem percebido entre os outros sinais do mix.

A partir desta definição podemos compreender várias técnicas de equalização, bem como vários erros:

O primeiro erro é o do exagero de equalização. Costumo dizer que o processo de equalização é semelhante ao de se temperar um alimento. Uma carne sem sal ou alho não é lá muito agradável, porém se forem colocadas proporções exageradas de um ou outro a carne pode ficar ruim. Assim como existe a dosagem correta de tempero para ressaltar o delicioso sabor de uma boa carne, a equalização deve ser feita cuidadosamente até que o som da voz ou instrumento chegue no ponto ideal – e, diga-se de passagem, que isto normalmente não deve requerer que os controles (pelo menos de boas mesas, nas quais os mesmos proporcionam algo em torno de 12 a 15 db de reforço ou atenuação) estejam em sua posição máxima. Vale também dizer que do mesmo modo que um cozinheiro de primeira mão leva anos de experiência para preparar, de forma consistente, pratos de excelente sabor, um operador precisa de treino e experiência para, especialmente ao trabalhar com várias mesas com características diferentes de equalização, tirar sempre o melhor som de vozes ou instrumentos. E não basta apenas ficar girando botões durante os ensaios! Para ser eficaz o treino de um operador sempre terá que ser contrastado com sua “referência” do som de determinado instrumento, ou seja, escutar MUITAS gravações DE QUALIDADE com FONES DE OUVIDO DE QUALIDADE para criar a sua referência memorizada e saber aquilo que deve buscar ao equalizar um instrumento ou voz. Esta é uma das áreas onde não basta o operador de som saber apenas a técnica, esta entra no domínio da arte, especialmente quando se trata de mixar dezenas de canais e buscar fazer com que cada instrumento seja audível dentro do mix.

Uma das regras úteis em várias áreas de sonorização que vale ser mencionada aqui é a seguinte: Para problemas acústicos, soluções acústicas, para problemas eletrônicos, soluções eletrônicas. A aplicação é a seguinte: Se você perceber uma realimentação acústica (microfonia) ao abrir um canal na passagem de som, não comece imediatamente a girar os controles de equalização para cortar freqüências. Preste atenção nesta freqüência e veja se ela for aguda ou média/aguda (envolvendo comprimentos de onda relativamente curtos) e experimente reposicionar o microfone de modo a não estar captando os sons diretos ou refletidos que causam a microfonia. Dica: para saber o comprimento de uma onda – outro conceito imprescindível para um bom operador de som – use a seguinte fórmula:

onde é o comprimento de onda, 344 metros por segundo é a velocidade do som e f a freqüência.

Segundo esta regra a freqüência de 1000 Hz (ou 1kHz ou, ainda, 1k) tem 34,4 cm. Portanto se você ouve uma microfonia caracterizada por esta freqüência, antes de “limar” o conteúdo de mil Hertz da voz ou instrumento daquele canal, experimente reposicionar o microfone numa distância de entre 8,6 e 17,2 cm um quarto a metade da onda para ver se esta solução acústica não resolve o problema deixando intacto o sinal do canal em questão.

A Mesa de Som - Equalização II


Retomando as dicas para equalização, muitas vezes estes controles têm uma utilidade que pode não ser percebida de imediato.

Melhor Equalização Ao Invés de Aumentar o Canal

A tendência de muitos operadores de som é sempre querer elevar o nível de um canal quando não ouvem claramente o instrumento, porém isto pode fazer com que o instrumento fique alto demais, com relação aos outros instrumentos e vozes que compõem o mix. Se você perceber ser este o caso, experimente reforçar a equalização somente das freqüências que mais caracterizam aquele instrumento, e isto poderá trazê-lo à tona no seu mix sem fazer com que seu som fique forte demais.

Equalização - Por outro lado, na maioria das igrejas de pequeno a médio porte é comum que o som de instrumentos acústicos esteja alto demais antes mesmo de reforçá-lo colocando-o nas caixas de som. Ë claro que isto pode justificar não incluí-lo no mix, porém aí o que acontece é que todos os sons mixados chegam de um ponto no espaço (o do conjunto de caixas principais) e o som do instrumento chega de outro ponto no espaço (a sua localização física no palco) e, portanto em outro tempo... Dependendo da disposição destes elementos no seu salão de culto, isto pode não ficar muito bom. Assim chega-se à conclusão de que o instrumentista precisa tocar mais baixo. Se ele lhe escutar, compreender e fizer assim parabéns!

Como a realidade comprova que conseguir que um músico toque mais baixo pode ser uma tarefa semi-impossível – e não pretendo entrar no mérito da questão neste momento – a opção técnica que resta é a equalização. Ao invés de colocar freqüências naquele som que já está forte demais, a estratégia recomendada acima se inverte. Faça o seguinte: com a banda tocando, escutem para ver quais as freqüências deste instrumento que chegam acusticamente, ou sem reforço do sistema de som.. Trabalhe com os controles de equalização do canal deste instrumento com o propósito de cortar todas estas freqüências audíveis. O que sobrar (tipicamente as freqüências mais elevadas) será um complemento do som já ouvido direto do instrumento. Este complemento estará saindo nas caixas de som, assim deslocando a referência da posição de palco para as caixas de onde procedem todos os demais sons da banda corrigindo, portanto, o som percebido pela platéia.

Ajustando Controles Semi-paramétricos e Paramétricos - Para se trabalhar com um filtro de equalização semi-paramétrica (na passagem de som e não na apresentação) uma dica é a de fazer o corte máximo no controle de reforço/atenuação e girar por completo o controle de seleção de freqüência varrendo as freqüências até encontrar a que deixa o som o mais próximo ao natural (ou ao efeito que se deseja) depois volte o controle de reforço/atenuação à posição neutra e vá cortando somente até chegar no ponto em que a sua referência lhe disser que ficou bom. Dependendo do que você for fazer com a equalização, é valido, também, aumentar o controle de reforço/atenuação até o reforço máximo, para então varrer as freqüências e descobrir qual a que lhe será mais útil, voltando-o, a seguir, para a posição neutra e aumentando até se encontrar o ponto ideal. A estratégia para a equalização paramétrica é semelhante, selecionando-se, porém antes uma largura de filtro média que pode ser ajustada para maior ou menor após se encontrar a freqüência central ideal.

Já que estou abordando a questão de qualidade na equalização, vale a pena deixar a seguinte recomendação:

NÃO É NECESSÁRIO SEMPRE ALTERAR A EQUALIZAÇÃO DE UM CANAL!

E se tiver que mexer experimente primeiro cortar, para, depois, reforçar freqüências.

Na verdade, quanto melhor for à qualidade do seu equipamento – começando a partir dos microfones e instrumentos e passando pelo sistema de som, tanto menos se fará necessário corrigir sua sonoridade. É nestes casos que a equalização acabará servindo apenas para funções como as duas que mencionei no início deste artigo.

Digo isto, pois tenho vistos operadores doidos para girar os controles de equalização às vezes antes mesmo de ouvir o som do instrumento ou voz daquele canal! Volto a dizer escute e compare aquilo que estiver mixando e depois, se for necessário, use da equalização.

Acabo de dizer acima que quanto melhor for a qualidade dos instrumentos, tanto menos se fará necessário corrigir sua sonoridade. Vale a pena ressaltar que equalização não faz milagres! Um prato de bateria que tiver som de bandeja de inox irá ter, no máximo, o som de bandeja de inox um pouco melhorada. E isto vale para toda e qualquer voz ou instrumento!

Portanto, para que se possa ter um som de qualidade convincente, é necessário começar com um instrumento de boa sonoridade, que seja captado por um bom microfone, conectado por bons cabos amplificado por bons amplificadores e projetado no ambiente por caixas de boa qualidade (Se você não leu, vale a pena voltar e conferir os meus primeiros artigos que tratam dos 4 Elos). Qualquer equipamento que não tiver condições de qualidade compatíveis acabará prejudicando o nível de qualidade e esta perda pode não ser recuperável... Obviamente, a qualidade duma mesa de som e os circuitos de pré-amplificação e filtros de equalização que a compõem, acabam tendo um importante efeito na qualidade final do som

Escrito o elaborado pó : Jebson da silva

DICAS DE I LUMINAÇÃO CÊNICA

Iluminação Cênica é a luz introduzida artificialmente ou aproveitada da iluminação natural

e corrigida, que tem como primeira função iluminar, (obvio né? Hehe), ou seja, permitir

que nossos olhos, ou lente de câmera vejam um objeto, pessoa ou cena, e como função secundaria

criar climas, induzir emoções, criar ilusões, ou ocultar o que não é pra ser visto.

O objetivo dessas dicas e facilitar o entendimento da dialética entre conhecimento

técnico e conhecimento estético.

Para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de realizar uma operação de

iluminação de um espetáculo, vou deixar aqui umas dicas.

* Chegue pelo com 1 hora de antecedência no evento.

* Ligue a mesa e deixe as lâmpadas esquentando em 10% de resistência por mais ou

menos uns 15 minutos. Isso fará com que elas tenham uma maior durabilidade e você

ainda não corre o risco de ter uma lâmpada queimada.

* Depois disso, logo em seguida, faça a revisão de todas as luzes, acendendo-as uma a

uma e verificando se existem correções a serem feitas. Você provavelmente ainda tem

45 minutos para isso.

* Faça uma análise prévia de todos os equipamentos de efeitos, roteiros, etc. Tudo

que você utilizará em cena.

* Estando tudo certo, relaxe e tente servir como apoio emocional também para o resto

da equipe, isso é fundamental.

Aumente a vida útil dos seus filtros (gelatinas)

- Nunca deixe seus filtros em superfícies empoeiradas, em cima de objetos cortantes,

etc.. Eles riscam e marcam a dobra com muita facilidade.

- Mantenha seus filtros sempre em um lugar onde eles possam ficar em posição

vertical e retos.Depois de cortados. utilize uma caixa ou envelope para acondicionálos.

- Entre eles, coloque uma folha de papel para que eles não se atritem. isso evitará

riscos na superfície.

- Se você for utilizar mais de uma cor num mesmo refletor, nunca coloque os filtros

grudados um no outro. prefira sempre utilizar dois porta- filtros. Isso faz com que as

gelatinas não grudem entre si.

- Se seus filtros tiverem muito empoeirados, lave-os com água e sabão neutro. Não

esfregue com força e dê preferência para utilização das mãos e esponjas macias.

- Por fim, o que você deve saber é que um filtro é uma lâmina delicada constituída de

material resistente a certos tipos de influência externa, mas não a todas.

ANALISE DE CONDISSOIS ELETRICAS EM ESPASSO ALTERNATIVO

Devemos saber que os racks são ligados geralmente em quadros de força que, por medidas

de segurança, devem possuir disjuntores automáticos. Esses disjuntores geralmente são

termo-magnético, ou seja, desligam automaticamente com o aumento de temperatura e, os

mais modernos, com a simples aproximação de um objeto. Isso acontece para que os cabos

e toda estrutra não venha a apresentar temperaturas elevadas, provocando incêndios e

choques elétricos em quem os manuseia. Os disjuntores possuem tamanhos e capacidades

de correntes diferentes que são dadas em A (ampére)

Mas vamos supor, que você utilize durante o espetáculo um pico de 20.000 w, ou seja, 20

refletores de 1000 w ligados de uma só vez numa geral. Para fazer a ligações seguras, você

deverá determinar a corrente total utilizada nesse caso, isso para não sobrecarregar o

disjuntor e esse, desligar durante o espetáculo.

O cálculo é simples, basta dividir a potência total (20.000 W) pela tensão utilizada (220 V).

Isso vai dar: 90,91 A (ampére), ou seja a corrente total.

Verifique então se o disjuntor possui uma capacidade maior que essa.

Geralmente, trabalha-se com uma margem de 10% sobre a corrente, ou seja, no nosso caso

poderíamos utilizar um disjuntor de 100 A (ampére). isso se dá porque se houver algum

problema de superaquecimento e o disjuntor possuir uma capacidade, por exemplo de 250

A (ampére) ele demorará muito para desligar, o que também não é aconselhável.

Fora isso, a fiação utilizada deve ser sempre compatível com a distância entre os pontos e a

grossura (seção) dos cabos. Sempre consulte uma tabela que poderá ser adquirida nos

revendedores.

Para fazer montagens elétricas é sempre importante a presença de um eletricista experiente.

Nunca trabalhe sem observar essas medidas de segurança.

CUIDADOS COM COMPONETIS ÓPTICOS

Em geral os componentes ópticos são muito sensíveis, e o menor contato com outras

superfícies pode estragá-los. Para evitar danos aos componentes é importante ter

sempre os seguintes cuidados:

- Nunca coloque o dedo sobre a superfície

- Nunca limpe vidros com produtos que você não sabe que é apropriado

- Proteja o local onde os componentes são guardados pára que eles não risquem, ou

fiquem batendo.

Papel umedecido com álcool ISO - propílico: Para retirar pequenas manchas e sujeiras

que estão mais grudadas. Esta é a primeira técnica que deve ser utilizada devido a

baixa agressividade dos alcoóis na maior parte dos componentes ópticos, incluindo

aqueles que possuem "coalting" (geralmente uma membrana de material plástico ou

de um polímero)

Como fazer: Prenda um papel macio (ou gases) dobrado numa pinça - o papel tem que

ficar firme. Molhe o papel com álcool ISO - propílico sem excesso. Passe o papel

delicadamente sobre a superfície, sempre na mesma direção. Caso a lente seja de

baixa qualidade, a operação pode ser feita utilizado-se um cotonete. No caso de lentes

de refletores de iluminação, pode-se utilizar um pano macio.

Cuidados: Nunca use duas vezes o papel ou cotonete. Se o componente óptico for de

plástico, ou polímero, informe-se se ele não reage a álcool.

Banho com acetona: A acetona é indicada para remoção de manchas de gordura

(digitais) . Esta técnica é análoga a anterior , mas a reagente (acetona) é muito mais

agressiva que o álcool, o que impede que ela seja utilizada em componentes de

plástico ou com "coalting", e exige mais alguns cuidados. A evaporação da acetona,

deixa manchas na superfície, portanto, após passar o papel com acetona deve-se lavar

toda a superfície também com acetona e em seguida com água limpa, Para remover o

excesso de acetona, em seguida, a superfície deve ser seca utilizando-se jato de ar

compriimido ou nitrogênio. No caso de componentes de vidro, ele é deixado alguns

minutos numa estufa para secagem completa.

Iluminação

Nós espectadores, muitas vezes esquecemos do papel da luz, numa encenação seja

teatro, cinema, tv, ou iluminação de uma obra de arte, sem luz não existe a

realização de nenhuma encenação. A luz está ligada diretamente ao nosso sentido

da visão, assim, a luz determina o que veremos e como veremos, ou o que a lente

da câmera irá captar e como irá captar. A luz projetada em um objeto o ilumina

possibilita que seja visto, determina suas dimensões, como tamanho,

profundidade, temperatura, cor e textura, a harmonia desses elementos

imprime ao espectador uma sensação, variada dentro das sensações

humanas, que induz ao espectador uma emoção.

Luz pincel do iluminador

Lembre-se que a luz é apenas uma ferramenta, como as tintas para um

artista plástico, que vai pintar na tela emoções humanas, que

desenvolverá um estilo seja realista, expressionista, etc. A sensibilidade

do iluminador, um artista assim como o pintor, e que determina a qualidade

de uma iluminação, sua sensibilidade determinará se a obra foi iluminada com

emoções humanas, ou se simplesmente foi acesa a luz.

Efeitos Especiais

A iluminação também é responsável pela criação dos efeitos-especiais, tanto

no cinema quanto no teatro, bem feito cria magia e ilusionismo, darei alguns

exemplos práticos, depois você mesmo criará seus próprios efeitos. A tela do

cinema ou tv é um quadro bidimensional, o palco de teatro apesar de ser

tridimensional poderá ficar chapado (bidimensional) se mal iluminado, a

iluminação cênica bem feita irá construir a tridimensionalidade tanto no

teatro quanto no cinema e tv.

Luz e Sombra

Ao contrario do que a maioria das pessoas “acha” quando iniciam na

iluminação, as sombras constituem um papel importantíssimo e é papel

do iluminador criá-las em ambulância, a luz e as sombras é que criarão

a tridimensionalidade, que farão saltar da tela chapada para o mundo

real, e no palco de teatro criará a intimidade necessária com o espectador.

TECNICO:JEBSON DA SILVA

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Isolamento Acústico

Isolamento Acústico

Uma vez que o objeto de trabalho é o som, ou seja, as ondas sonoras, uma das principais preocupações que se deve ter num estúdio caseiro é em relação ao isolamento e ao tratamento acústico.

O isolamento acústico diz respeito à vedação da sala em relação ao vazamento de ruídos externos e internos, evitando maiores problemas: tanto para você, otimizando a performance de gravação, como para seus vizinhos, por exemplo, que lhe deixarão trabalhar madrugada adentro sem perturbações. Além do mais, de nada adianta um excelente equipamento numa sala mal isolada, pois a interferência do ruído externo na gravação será ainda maior.

A única solução para o isolamento é a construção de uma barreira que impeça a onda sonora de se propagar de um ambiente a outro, construíndo-se literalmente uma sala dentro da outra com um vão de ar entre as paredes. Quanto mais pesada for esta barreira --concreto, vidro, chumbo--, maior o isolamento. Uma solução barata e eficaz são as folhas de compensado. (Mais informações sobre o assunto em
estudiolivre.org.)

O tratamento acústico é o acabamento dado às paredes com a finalidade de reduzir a reflexão das ondas sonoras dentro do estúdio. Isto é necessário para a melhor inteligibilidade do som. Imagine, por exemplo, o caso de um copo d'água cujas ondas ficam se debatendo, e outro em que as ondas são absorvidas pelas bordas do copo. Com o som acontece o mesmo.

Ao contrário dos materiais com grande capacidade de isolamento, os materiais com grande capacidade de absorção são mais leves e porosos, como espuma, tecido, carpete etc.

Por fim, num ambiente ideal de produção o espaço deve ser dividido em dois ambientes isolados. O estúdio, onde são feitas as gravações, e a técnica, onde ficam a mesa de som, os periféricos e o computador. Dessa maneira pode-se ter o controle ideal sobre o que está sendo gravado, sem a interferência do que está sendo tocado ao vivo, e vice-versa.

Apesar de aparentemente simples, porém, a construção de um estúdio caseiro requer um bom planejamento.

Dicas:

Uma área de 5x3 m2, sendo 3x3 m2 reservados para, áreas de gravação e 2x3 m2 reservado para a técnica.

3 tomadas tripolares por parede (lado). Em uma fase que não seja do ar condicionado (fase independente). É muito importante o isolamento da rede elétrica do contato com os cabos de áudio, pois esse é um dos grandes motivos de ruídos.

Folhas de compensado com vão de 1cm entre as folhas e as paredes e o teto.

Preencher o vão com isopor, lã de vidro ou espuma.

Espuma ou lã de vidro nas paredes e uso de carpete ou tapetes no piso.

Portas grossas ou duplas, com isolamento duplo reforçado nos dois lados .

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